domingo, 8 de maio de 2011

Faleceu Manuel da Costa Vaz.

Faleceu Manuel da Costa Vaz com 82 anos de idade natural de Santa Marta de Portuzelo, residente na rua santa Maria madalena nº2. O seu funeral realiza-se segunda-feira dia 9 de Maio pelas 18,45, saindo da capela de são Lázaro onde o seu corpo se encontra depositado, para a Igreja paroquial com missa de corpo presente, de seguida em direcção á sua última morada, para o Cemitério da Freguesia.
O "santa Marta Digital" deseja nesta hora de dor e luto os mais sinceros sentimentos a toda a sua família.

sábado, 7 de maio de 2011

Faleceu Manuel Fernandes da Rocha Pereira.

Faleceu Manuel Fernandes da Rocha Pereira com 82 anos de idade natural de Santa Marta de Portuzelo, residente na rua de Samonde nº14. O seu funeral realiza-se hoje sábado dia sete de Maio pelas 18,45, saindo da capela de são Lázaro onde o seu corpo se encontra depositado, para a Igreja paroquial com missa de corpo presente, de seguida em direcção á sua última morada, para o Cemitério da Freguesia.
O "santa Marta Digital" deseja nesta hora de dor e luto os mais sinceros sentimentos a toda a sua família.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ao Norte - António Ferreira (Rebolo), ex-barqueiro

O Santa Marta Digital, apoiando a criação audiovisual de uma Associação de Produção e Animação Audiovisual da nossa região, a AO NORTE, vem partilhar um depoimento de um nosso conterrâneo que, em outros tempos, ajudou os viajantes que por cá passavam e pretendiam atravessar o rio Lima, bem como os agricultores que dependiam da travessia deste rio para garantirem a sua subsistência.
 
Agradecemos este testemunho que vem relembrar as dificuldades de outros tempos e documentar experiências de vida únicas e insubstituiveis.
 
António Ferreira (Rebolo), de Santa Marta de Portuzelo (Viana do Castelo), ajudou o pai no transporte de pessoas entre as duas margens do Rio Lima (Santa Marta de Portuzelo e Mazarefes).
Este depoimento foi gravado no dia 30 de Agosto de 2006, em Santa Marta de Portuzelo, durante a rodagem do documentário “ÁGUA-ARRIBA, histórias de barcos e homens”.
 
 


Ficha Técnica

Imagem: Ricardo Geraldes
Som: Alexandre Martins
Edição: António Soares
Coordenação: Carlos Eduardo Viana
Produção: AO NORTE

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ao Norte - Milho à Terra (2007)

O Santa Marta Digital, apoiando a criação audiovisual de uma Associação de Produção e Animação Audiovisual da nossa região, a AO NORTE, tem o prazer de, a partir de hoje, partilhar um conjunto de vídeos e documentários fotográficos que testemunham tradições perdidas com o passar dos anos, mas também documentam outras épocas da nossa região.

O primeiro destes vídeos, é um documentário realizado com a colaboração de agricultores da freguesia de Outeiro, que acompanha todo um ciclo de vida agrícola: a preparação das terras, a gradagem, a sementeira do milho, as sachas, as regas, a colheita, a desfolhada na eira, a trituração do grão no moinho e o fabrico do pão.

Mostra práticas e técnicas da vida rural que, nas últimas décadas, se perderam.



Ficha Técnica

Realização: Carlos Eduardo Viana
Câmara: Ricardo Geraldes e colaboração de Luís Miguel Filgueiras
Som: Alexandre Martins
Montagem: António Soares
Pós- Produção Audio: José Gonçalves
Texto: Eduardo Sardinha
Locução: Joaquim Cunha
Música: Quico Serrano, cortesia de: José Carretas
Produção Executiva: Rui Ramos
Produção: AO NORTE
Formato: DVCAM

domingo, 1 de maio de 2011

Dia 1 de Maio - Dia do Trabalhador

No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.

Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua.

Foi este o resultado desta segunda manifestação.



Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução dos cravos) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores). No Algarve, é costume a população fazer pic-nics e são organizadas algumas festas na região.

O Santa Marta Digital deseja um bom dia a todos aqueles que fazem crescer este país com o seu trabalho, mas não pode deixar de lembrar os muitos trabalhadores em situação precária ou mesmo aqueles que são ainda escravizados, o que infelizmente ainda ocorre por este mundo fora.

Fontes:
http://www.wikipedia.org/
Expressoemprego.pt


A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.

Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.

116 anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.

Nos Estados Unidos da América o Dia do Trabalhador celebra-se no dia 3 de Setembro e é conhecido por "Labor Day". É um feriado nacional que é sempre comemorado na primeira segunda-feira do mês de Setembro e está relacionado com o período das colheitas e com o fim do Verão.

No Canadá este feriado chama-se "Dia de Oito Horas". Tem este nome porque se comemora a vitória da redução do dia de trabalho para oito horas.

Luis Gonzaga - Segunda aula

Decorreu esta sexta-feira, dia 29 de Abril, a segunda aula de Luís Gonzaga, sobre Astronomia, astrofísica, física, química, cosmologia, fissão nuclear controlada e descontrolada e outras energias, física e mecânica quântica, meio ambiente e outros saberes. Enquanto iam chegando os “alunos”, foi servido a todos, pelo próprio Luís Gonzaga um vinho que o mesmo teve a amabilidade de trazer.

Na sequência da primeira aula, foram revistos alguns conceitos básicos dados na aula anterior, sendo que após este preludio, passou a explicar de uma forma bastante explicita a forma como a gravidade afecta o tempo. Como exemplo foi provado que um ser humano que na terra viva 70 anos no espaço viveria cerca de 17740 anos (dado que a gravidade no espaço e muito inferior a da terra. Isso porque no espaço o coração bate menos vezes, mas a mente humana demora muito mais a responder...

Seguidamente falou na relatividade do tempo de Isaac Newton, onde o mesmo ficou celebre quando provou que um relógio numa torre não conta o mesmo tempo dum relógio a uma cota inferior.

Foi depois abordada a teoria da relatividade restrita, onde mencionou que nada pode alcançar a velocidade da luz. Exemplificando provou que um homem na terra com 70 anos, se vivesse a velocidade da luz viveria 4900000 anos, ou seja, 70000 vezes mais. Portanto, todas as partículas que possuem massa, nunca conseguem atingir a velocidade da luz. A velocidade da luz não varia, quer a que provem do sol para a terra, quer aquela que a terra reflecte de volta.

Passou então para a explicação daquilo que conhecemos por força da gravidade. Sendo a mesma invisível, sabemos no entanto que a força gravitacional terrestre e 6 vezes superior a da lua, logo um indivíduo que pese 60 kg na terra, em solo lunar pesa 10 kg. Mas em Júpiter, com uma gravidade superior à da terra, o mesmo homem de 60 kg pesaria 150 kg (2,5 vezes o seu peso).

Deu ainda uma breve explicação sobre o acelerador de partículas e sua importância no desenvolvimento da ciência, e falou sobre os 5 segredos que ainda nunca foram desvendados pela ciência:

1-    Gravidade quântica
2-    Salto gravitico
3-    Matéria negra
4-    Energia negra
5-    Anti-materia

A energia negra, sendo repulsiva, atira as galáxias para longe, sendo a matéria negra o oposto, ou seja atractiva, mas tendo 8 vezes menos força, faz com que haja um distanciamento das galáxias.

Abordou seguidamente algumas curiosidades científicas, como o Fotao (raio de luz). O sol envia diariamente 70 Toneladas de fotoes, ou seja, o sol vai perdendo peso, e a terra aumentando, não só pelos fotoes enviados, mas ainda pelos pedaços de cometas e poeiras cósmicas que caem diariamente na terra.

Outra curiosidade foi saber que um ser humano que habite na zona do Equador e que pese 80Kg, se for viver para um dos pólos, pesara mais meio Kg, dado que devido ao nosso planeta ser achatado nos pólos, fica mais perto do centro da terra.

Finalizando a aula, abordou o momento da ocorrência do Big Bang, afirmando que na altura foi criado um espaço quadrimensional. Esse espaço era formado por:

1-    Comprimento
2-    Altura
3-    Largura
4-    Tempo

Com um simples exemplo, mostrou como o tempo e a dimensão mais importante.

No final dedicou algum tempo para responder a questões que lhe fossem colocadas, mas a forma simples e eficaz como explica as matérias não deixaram duvidas a quem esteve presente.

O Santamartadigital congratula o Senhor Luís Gonzaga pela amabilidade e pela disposição em partilhar o seu conhecimento com todos aqueles que não só o admiram, mas que gostam de compreender os segredos da criação e do universo.

A 3ª aula esta prevista para o mês de Maio, e o Santamartadigital deixa já o convite a que mais pessoas assistam as mesmas.

Um Bem-haja ao Senhor Luís Gonzaga.

1 de Maio - Dia da Mãe

Às mães de todo o mundo, mas em especial à minha, à dos meus filhos e a todas as Mães de Santa Marta, gostaria de enviar um abraço.
À minha mãe, que fisicamente já não vejo, mas porque lembro todos os seus conselhos e o seu amor, a saudade é grande, mas eu acredito que onde quer que esteja, intercederá ao Altíssimo pelos seus. Sei que me estás a ouvir, e quero agradecer-te uma vez mais tudo o que fizeste por mim, todas as palavras são poucas para expressar a minha gratidão. Obrigado por me teres carregado no ventre, pelo sofrimento que passaste, pelas lágrimas derramadas e noites acordada, por me teres ajudado a ver as razões da vida e ser educado e a saber respeitar.
A mensagem que abaixo transcrevo, é da Associação Portuguesa de famílias numerosas e é dirigida a todas as mães.

"- Às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;

- Às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;

- Às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador, a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;

- Às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar.

- Às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho;

- Também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...
A todas as Mães, a todas sem excepção, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça."

Fonte: APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.